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'Nothing left unseen could ever do us harm..'
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
replay
terça-feira, 17 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
microondas / bule de prata
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porque é que a chuva chega, assim de repente?
e porque é que depois da chuva volta o calor?
assim fico ainda mais confusa, com humor mais oscilante, inadaptada, não sei, não quero, não vou, não saio, mas vou... tem de ser.
primeira, segunda, terceira, pisca à direita, cabra a passear-se na passadeira.. desespero, 2 segundos a mais de atraso DESESPERANTES!!!
Bahhh, mais um dia. Tranco o carro. caminho, não sei que força me move, mas caminho
-'Bom dia!"
-"Bom dia' (ehhh láhh baixinho,logo de manhã com esse timbre e ainda fico sem tímpanos - odeio gente que acorda bem-disposta)
elevador. plim! (6.º por fim) uma hora de passagem (e quando desligo penso que numa hora já estaria num lugar bem longe dali se estivesse enfiada num avião) aspira soro, desentope, cola, descola, insufla, fim de bateria!!! arrrgghhh
banho, outro banho, mais um penso, bahh já deviam ser 15h!!!
pica dedo, regista. expurga, punciona, adapta.
escreve, escreve, escreve.. passagem...
carro, marcha atrás torce, 'destroce' primeira, segunda, terceira, buzino, suspiro.. ic DEZANOVE!!! ENS!! casa! estaciona, tranca, código, elevador, wc.
Ufa!
Pinto-me de uma maneira como nunca me atreveria a sair de casa, vestido, gancho, brinco.. penso que para estar digna de uma habitante do planeta Terra na idade média me falta uma grande e longa peruca e umas longas luvas de veludo. Espelho. música alto, voz alta LARARARARA!! fome, chá, bolachas sofá... limo as unhas, ligo pc, mais música, voz mais baixa, toco na ponta dos cabelos, levanto-me (hmmm onde está a tesoura?ahh cá está!) corto a ponta espigada que detectei.. estico pernas, olho para os meus pés bonitos? feios? sei lá são só uns pés..e se passar muito tempo a repetir o nome pés vejo que essa palavra deixa de fazer qualquer sentido.. e se olho para eles vejo que a sua forma fica ainda com menos sentido, pele, arrepio, agarro-a, solto-a, pele e mais pele. pensamentos longe, vagos e inúteis, pele, pele, penso nos dias que foram, que se foram há muito, custa-me pensar no amanhã, não o imagino diferente ao hoje que tive, lembro-me das viagens que fiz, pessoas que conheci há muitos anos e das quais tento lembrar-me do nome..em vão.. penso nas que gostaria de fazer.. penso que se vivesse na época em que se usavam estes vestidos seria muito mais complicado ir para onde quer que fosse, penso como seria se acordasse e tivesse ganho o euro milhões, as primeiras coisas que fazia..sim, fugir...fugir.. os meus pensamentos já fugiram muito e as horas também.. esqueço-me da maquilhagem e esfrego o olho direito. acordo, maquilhagem e vestido de princesa, o trono foi-se, abro bem os olhos e vejo o mesmo sofá de sempre... bolachas, chá frio..
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e porque é que depois da chuva volta o calor?
assim fico ainda mais confusa, com humor mais oscilante, inadaptada, não sei, não quero, não vou, não saio, mas vou... tem de ser.
primeira, segunda, terceira, pisca à direita, cabra a passear-se na passadeira.. desespero, 2 segundos a mais de atraso DESESPERANTES!!!
Bahhh, mais um dia. Tranco o carro. caminho, não sei que força me move, mas caminho
-'Bom dia!"
-"Bom dia' (ehhh láhh baixinho,logo de manhã com esse timbre e ainda fico sem tímpanos - odeio gente que acorda bem-disposta)
elevador. plim! (6.º por fim) uma hora de passagem (e quando desligo penso que numa hora já estaria num lugar bem longe dali se estivesse enfiada num avião) aspira soro, desentope, cola, descola, insufla, fim de bateria!!! arrrgghhh
banho, outro banho, mais um penso, bahh já deviam ser 15h!!!
pica dedo, regista. expurga, punciona, adapta.
escreve, escreve, escreve.. passagem...
carro, marcha atrás torce, 'destroce' primeira, segunda, terceira, buzino, suspiro.. ic DEZANOVE!!! ENS!! casa! estaciona, tranca, código, elevador, wc.
Ufa!
Pinto-me de uma maneira como nunca me atreveria a sair de casa, vestido, gancho, brinco.. penso que para estar digna de uma habitante do planeta Terra na idade média me falta uma grande e longa peruca e umas longas luvas de veludo. Espelho. música alto, voz alta LARARARARA!! fome, chá, bolachas sofá... limo as unhas, ligo pc, mais música, voz mais baixa, toco na ponta dos cabelos, levanto-me (hmmm onde está a tesoura?ahh cá está!) corto a ponta espigada que detectei.. estico pernas, olho para os meus pés bonitos? feios? sei lá são só uns pés..e se passar muito tempo a repetir o nome pés vejo que essa palavra deixa de fazer qualquer sentido.. e se olho para eles vejo que a sua forma fica ainda com menos sentido, pele, arrepio, agarro-a, solto-a, pele e mais pele. pensamentos longe, vagos e inúteis, pele, pele, penso nos dias que foram, que se foram há muito, custa-me pensar no amanhã, não o imagino diferente ao hoje que tive, lembro-me das viagens que fiz, pessoas que conheci há muitos anos e das quais tento lembrar-me do nome..em vão.. penso nas que gostaria de fazer.. penso que se vivesse na época em que se usavam estes vestidos seria muito mais complicado ir para onde quer que fosse, penso como seria se acordasse e tivesse ganho o euro milhões, as primeiras coisas que fazia..sim, fugir...fugir.. os meus pensamentos já fugiram muito e as horas também.. esqueço-me da maquilhagem e esfrego o olho direito. acordo, maquilhagem e vestido de princesa, o trono foi-se, abro bem os olhos e vejo o mesmo sofá de sempre... bolachas, chá frio..
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
where is my mind
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
temos pena..
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nem sempre os tempos de crise e nuvens carregadas de cinzento carvão acabam por ser maus de todo,
não é nada mau saber que, de facto, as coisas acabaram por mudar bastante, ora vejamos..
enquanto antes enrolava as minhas vísceras sobre elas próprias numa raiva de tanto grito ter de conter, em que as lágrimas vinham aos olhos só pelo esforço que se faz para as coisas não saltarem para fora de nós, para que não assumam um controlo desmedido
hoje,
hoje sorrio por ver que sempre que me voltas as costas sem a mínima satisfação (pela frequência do ultimamente, deve mesmo ter virado moda), nem sequer um 'não vou só comprar tabaco, vou sair com os meus amigos, não sei quanto tempo demoro o que acaba por não ser muito importante visto que me estou a cagar para ti e como já não sei beber nem aguentar o álcool a circular-me no corpo como há uns pares de anos atrás, anos esses em que a minha memória me permitiria lembrar-me de que amanhã estarás de folga, sei que te deixei a pensar que não iria sair de casa porque passo a vida a queixar-me de que ando mal de guito, mas mesmo assim resolvo esbofetear-te com uma palmadinha de luva branca acabando por não ligar a questões monetárias no que toca apenas a algumas pessoas que nunca te incluirão a ti, e resolvo deste modo deixar-te sozinha a um canto como tenho feito desde há bastantes meses atrás'... pfff
sorrio por ver que consegui libertar-me não um pouco mais, mas um bastante mais de ti, acabando por ganhar mais força para o dia em que saio desta prisão em que não sou a unica a aprisionar-me a mim própria... rio-me também quando me lembro de que há quem chame de emancipação ao dia q está prestes a chegar... sim, estarei livre e solta de ti 24 sobre 24h (como tu dizes, mas que em tempo real corresponde a umas boas 3h de média diária em que de facto partilhamos o mesmo espaço físico separados apenas por uma parede, oba oba! sou mesmo ingrata por não desatar a pular de alegria!!) adiante, referia-me então a ti, a essa presença que em vez de calma e guarida (acho que era essa a intenção), me traz tormento, tira o sono e mais uma porrada de coisas que poderia colocar cordialmente em 'filinha' numa qualquer espécie de lista.. é pena não ter vergonha na cara e conseguir admitir a alto e a bom som de que precisaremos sempre de terceiros para ser felizes.. é pena aperceber-me que hoje em dia não há melhor que a minha singularidade a fazer isso... sei que pensas que este é um grande grito de revolta, mas não.. é só e apenas um desabafo.. de facto aprendi muitas lições contigo, a ultima delas é que me devo preocupar com os outros tanto ou menos do quanto eles se preocupam comigo..
ainda bem que já sabes onde estarei a passar os meus dias sem presenciar a tua decadência e falência orgânica pouco a pouco.. estupidamente ainda me ouso a dizer-te, para apareceres quando quiseres REALMENTE estar comigo..
enchi, e talvez por isso me reste apenas encolher os ombros e dizer essa frase que tu tanto odeias..
.não é nada mau saber que, de facto, as coisas acabaram por mudar bastante, ora vejamos..
enquanto antes enrolava as minhas vísceras sobre elas próprias numa raiva de tanto grito ter de conter, em que as lágrimas vinham aos olhos só pelo esforço que se faz para as coisas não saltarem para fora de nós, para que não assumam um controlo desmedido
hoje,
hoje sorrio por ver que sempre que me voltas as costas sem a mínima satisfação (pela frequência do ultimamente, deve mesmo ter virado moda), nem sequer um 'não vou só comprar tabaco, vou sair com os meus amigos, não sei quanto tempo demoro o que acaba por não ser muito importante visto que me estou a cagar para ti e como já não sei beber nem aguentar o álcool a circular-me no corpo como há uns pares de anos atrás, anos esses em que a minha memória me permitiria lembrar-me de que amanhã estarás de folga, sei que te deixei a pensar que não iria sair de casa porque passo a vida a queixar-me de que ando mal de guito, mas mesmo assim resolvo esbofetear-te com uma palmadinha de luva branca acabando por não ligar a questões monetárias no que toca apenas a algumas pessoas que nunca te incluirão a ti, e resolvo deste modo deixar-te sozinha a um canto como tenho feito desde há bastantes meses atrás'... pfff
sorrio por ver que consegui libertar-me não um pouco mais, mas um bastante mais de ti, acabando por ganhar mais força para o dia em que saio desta prisão em que não sou a unica a aprisionar-me a mim própria... rio-me também quando me lembro de que há quem chame de emancipação ao dia q está prestes a chegar... sim, estarei livre e solta de ti 24 sobre 24h (como tu dizes, mas que em tempo real corresponde a umas boas 3h de média diária em que de facto partilhamos o mesmo espaço físico separados apenas por uma parede, oba oba! sou mesmo ingrata por não desatar a pular de alegria!!) adiante, referia-me então a ti, a essa presença que em vez de calma e guarida (acho que era essa a intenção), me traz tormento, tira o sono e mais uma porrada de coisas que poderia colocar cordialmente em 'filinha' numa qualquer espécie de lista.. é pena não ter vergonha na cara e conseguir admitir a alto e a bom som de que precisaremos sempre de terceiros para ser felizes.. é pena aperceber-me que hoje em dia não há melhor que a minha singularidade a fazer isso... sei que pensas que este é um grande grito de revolta, mas não.. é só e apenas um desabafo.. de facto aprendi muitas lições contigo, a ultima delas é que me devo preocupar com os outros tanto ou menos do quanto eles se preocupam comigo..
ainda bem que já sabes onde estarei a passar os meus dias sem presenciar a tua decadência e falência orgânica pouco a pouco.. estupidamente ainda me ouso a dizer-te, para apareceres quando quiseres REALMENTE estar comigo..
enchi, e talvez por isso me reste apenas encolher os ombros e dizer essa frase que tu tanto odeias..
domingo, 27 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
..the same old fears

Acredito que se um homem vivesse a sua vida plenamente, desse forma a cada sentimento, expessão a cada pensamento, realidade a cada sonho, acredito que o mundo beneficiaria de um novo impulso de energia tão intenso que esqueceríamos todas as doenças da época medieval e regressaríamos ao ideal helénico, possivelmente até a algo mais depurado e mais rico do que o ideal helénico. Mas o mais corajoso homem entre nós tem medo de si próprio. A mutilação do selvagem sobrevive tragicamente na autonegação que nos corrompe a vida. Somos castigados pelas nossas renúncias. Cada impulso que tentamos estrangular germina no cérebro e envenena-nos. O corpo peca uma vez, e acaba com o pecado, porque a acção é um modo de expurgação. Nada mais permanece do que a lembrança de um prazer, ou o luxo de um remorso. A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos-lhe. Se lhe resistirmos, a nossa alma adoece com o anseio das coisas que se proibiu, com o desejo daquilo que as suas monstruosas leis tornaram monstruoso e ilegal. Já se disse que os grandes acontecimentos do mundo ocorrem no cérebro. É também no cérebro, e apenas neste, que ocorrem os grandes pecados do mundo.
Oscar Wilde, in 'O Retrato de Dorian Gray'
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quarta-feira, 8 de julho de 2009
miss our rainbowsunshineglittersparklebutterflykisses
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'paixão é efemeridade. é uma efemeridade tão repleta que vale simplesmente uma vida.'

'paixão é efemeridade. é uma efemeridade tão repleta que vale simplesmente uma vida.'
por muitos sorrisos parvos, olhares enlaçados, brincadeiras com pontas de cabelo cheiros e tacto, sonhos acordados e emoções sobrepostas à razão; taquicardias fulminantes e arrepios na espinha só há um..UM SÓ nos faz querer morrer numa explosão de força contida p'ra acordar de seguida e vingá-la nos braços de outrem.. desse outrém .. e é nesse amor que espelhamos todas as paixões e apertos de coração que nos vão batendo à porta pela vida fora.. e é esse amor que nos permanece na memória das mãos quando tocamos tantas outras..
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
quis lá eu saber, esperei..
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.. e quando ele por fim chegou trazia as flores dilaceradas, as palavras apagadas, o olhar outrora cintilante era agora baço e meditabundo, enfim, os bolsos vinham vazios, a boca vinha vazia, os olhos já não procuravam incessantemente outros olhos, nem tristeza, nem alegria, nem ressentimentos, nem culpas, nem perguntas, nem afirmações, nem força, nem vontade, nem contrição, nem saudade, nem dados p'ra lançar..
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sexta-feira, 3 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
porquê só agora?
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Voltaste a chamar-me para ti.
Fingi que não te ouvi..
preciso de arrumar umas quantas tralhas em gavetas mal fechadas e atafulhadas de coisas que insisto em não deitar fora.. preciso de ver o tamanho que as coisas têm e definir-lhes o apropriado espaço... preciso...
não sintas que te voltei as costas,
não hesites em voltar a chamar,
no fundo, no fundo, sei que é em ti o meu lugar.
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Voltaste a chamar-me para ti.
Fingi que não te ouvi..
preciso de arrumar umas quantas tralhas em gavetas mal fechadas e atafulhadas de coisas que insisto em não deitar fora.. preciso de ver o tamanho que as coisas têm e definir-lhes o apropriado espaço... preciso...
não sintas que te voltei as costas,
não hesites em voltar a chamar,
no fundo, no fundo, sei que é em ti o meu lugar.
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sábado, 13 de junho de 2009
let's forget life is a short trip
sábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
How bad am i ?
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Tudo outra vez...
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Será que podemos esquecer os medos, voltar a ter feridas nos joelhos todas as semanas, a retribuir a sorrisos ingénuos e às brincadeiras de olhares, sentir os pozinhos mágicos e as fantasias inesgotáveis que sentimos por segundos percorrer a espinha, fazer trancinhas no cabelo, prendê-las com laços coloridos, abraços inebriantes, corridas ao 'pé coxinho', apanhar joaninhas e contar-lhes o número de bolinhas pretas para descobrir que idade têm, rebentar bolinhas de sabão, sentir todos os dias o aroma doce de laranja, tília e hortelã, olhar o sol de frente, abrir os braços e a agarrar a vida com a vontade toda que temos cá dentro? Será que sim? Simplesmente fazer tudo e tudo outra vez...sem mudar um 'niquinho' que seja ?
.segunda-feira, 18 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
days i had with YOU
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And I wonder
When I sing along with you
If everything could ever feel this real forever
If anything could ever be this good again
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.................................................................................................................................. (Agosto 2006)
When I sing along with you
If everything could ever feel this real forever
If anything could ever be this good again
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terça-feira, 17 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
lisboa não é a cidade perfeita *
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
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"Há muito tempo, um jovem soldado apaixonou-se pela filha de um rei. Como pode um simples soldado apaixonar-se pela filha do rei? Ainda assim, a jovem disse ao soldado que se ele passasse cem dias e cem noites de baixo da sua janela eles ficariam juntos. O rapaz não hesitou e os dias foram correndo... Sob o sol fortíssimo, sob temporais terríveis e perante picadas de abelhas... De vez em quando a princesa debruçava-se para verificar se a persistência do soldado não tinha desvanecido, mas ele estava sempre lá, sempre, sempre... Cincuenta dias, noventa dias, o cansaço não perdoava. A força do amor fazia aquecer o coração do pobre soldado e em breve teria a mulher da sua vida nos seus braços. No dia noventa e nove o jovem cedeu, cruzou caminho. O que o fez desistir? - Não basta o esforço de uma só parte."
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"Há muito tempo, um jovem soldado apaixonou-se pela filha de um rei. Como pode um simples soldado apaixonar-se pela filha do rei? Ainda assim, a jovem disse ao soldado que se ele passasse cem dias e cem noites de baixo da sua janela eles ficariam juntos. O rapaz não hesitou e os dias foram correndo... Sob o sol fortíssimo, sob temporais terríveis e perante picadas de abelhas... De vez em quando a princesa debruçava-se para verificar se a persistência do soldado não tinha desvanecido, mas ele estava sempre lá, sempre, sempre... Cincuenta dias, noventa dias, o cansaço não perdoava. A força do amor fazia aquecer o coração do pobre soldado e em breve teria a mulher da sua vida nos seus braços. No dia noventa e nove o jovem cedeu, cruzou caminho. O que o fez desistir? - Não basta o esforço de uma só parte."quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
sábado, 27 de dezembro de 2008
FESTAS FELIZES..
terça-feira, 7 de outubro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
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Vamos tentar: Vamos tentar
enganar a vida;
talvez ela não se aperceba
porque é de noite e está frio
e a morte também está ocupada noutro sítio.
Talvez consigamos esconder-nos,
a lua tem nuvens e há silêncios a encobri-la...
Fingiremos que isso realmente não importa;
que estamos sós pela primeira vez,
com o corpo estendido *
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enganar a vida;
talvez ela não se aperceba
porque é de noite e está frio
e a morte também está ocupada noutro sítio.
Talvez consigamos esconder-nos,
a lua tem nuvens e há silêncios a encobri-la...
Fingiremos que isso realmente não importa;
que estamos sós pela primeira vez,
com o corpo estendido *
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Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face? *
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Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face? *
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