quarta-feira, 12 de março de 2008

Maybe I should go and live amongst the animals

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.Snow Storm..., óleo s/tela de William Turner.
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" Wild willow, windy winter won't you blow through me
My whole eternity "
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terça-feira, 11 de março de 2008

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se evitasses o meu olhar
enquanto te afastas
talvez eu não me despedisse
como quem se afoga
(...)
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Please complete: the boy who never smiled...


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em que lado do vidro te concentras?


......fixas o olhar no reflexo
.......ou na transparência?









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quarta-feira, 5 de março de 2008

terça-feira, 4 de março de 2008

i'll stop the world And Melt With You. . .

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'se me deixasses
construiria o teu próximo passo
e entre as nossas bocas colocaria
um centímetro apenas. (...) nenhuma distância
seria então mais insuportável
e entenderias
nesse curto espaço todas as respostas.'

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domingo, 2 de março de 2008

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

You Can Smile, I'm Not Broken . .

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.( se me quebrar
...que seja em ti )
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Porque é que às vezes se retêm as lágrimas? Porque não as deixamos cair, descontroladamente, para que alguém compreenda o calor com que falam quando se despedem dos nossos olhos?
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domingo, 24 de fevereiro de 2008

You Said You'd Take Me Nowhere, I Said That Suits Me Just Fine

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'parar um pouco.
fechar os olhos.
reaprender a respirar.
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(sorrir)

e entender
que não há calma nem silêncio
que impeçam esta queda
em ti .'
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

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.o problema do silêncio é que amplia tudo.
(...)
mas se precisares que te minta
dir-te-ei a mentira maior:
sei ser inteira sem ti.

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

with a smile that explodes i have to tell you:

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.... precisava que estas palavras
.....doessem como me dói
.....saber que não sei
.....ignorar-te

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Bullet proof...i wish i was

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" Said you'd give me light

But you never told me about the fire "

So why don’t we just burn together?!

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

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Dói quando esperamos pelas pessoas que não têm data marcada para chegar. E dói ainda mais quando não temos a certeza se é este o sítio certo para esperarmos. Se calhar sou eu que estou a ser insensata e inflexível. O teu coração é grande, grande demais, e fui (volto a ser) eu que ainda não percebi a vantagem desse acidente.


( esqueci-me da 'esperança' numa qualquer paragem de autocarro... amanhã lá estarei para reave-la :) )
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

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........brilhozinhos nos olhos.
........sou feliz outra vez
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

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"Descobrem-se maneiras de curar a loucura, mas não se encontra nenhuma para endireitar um espírito louco" La Rochefoucauld

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pesadelos de Domingo à noite . . .
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domingo, 10 de fevereiro de 2008


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Venham até à borda, ele disse.
Eles disseram: nós temos medo.
Venham até à borda, ele insistiu.
Eles foram,
ele os empurrou…

e eles voaram.


(Guillaume Apollinaire)
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Podem tentar isto em casa:
http://mundoinsano.no.sapo.pt/




Faça você também Que gênio-louco é você? Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia


Não contente com o resultado:



Faça você também Que gênio-louco é você? Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia

O melhor será mesmo considerar o primeiro impulso como o mais justo! :)
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domingo, 3 de fevereiro de 2008


Domingo irei para as hortas na pessoa dos outros,
Contente da minha anonimidade.
Domingo serei feliz — eles, eles...
Domingo...
Hoje é quinta-feira da semana que não tem domingo...
Nenhum domingo. —
Nunca domingo. —
Mas sempre haverá alguém nas hortas no domingo que vem.
Assim passa a vida,
Sutil para quem sente,
Mais ou menos para quem pensa:
Haverá sempre alguém nas hortas ao domingo,
Não no nosso domingo,
Não no meu domingo,
Não no domingo...
Mas sempre haverá outros nas hortas e ao domingo!

...................................................Álvaro de Campos
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Porque hoje é Domingo
... e só por ser Domingo
voltarei apenas a acordar amanhã . . ! :)
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Este não sonhar
ou não querer perder-me
em marés...
Sou areia ao vento
desagregada, solitária,
ilusão de mim.
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Fátima Pinto Ferreira














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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

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. . . bastava , apenas , teres dito isto
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domingo, 20 de janeiro de 2008

The Time is Now !

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Para . onde .terá .ido .a . . a s s e r t i v i d a d e ?!
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008


Também descobri. . .
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descobri que o mundo é quem rouba sentido à existência. . . .
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que a vida é quem nos rouba a essência
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que cada vez mais temos de corresponder com aquilo que não somos
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e que nos esquecemos de sonhar tds os dias...
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.. como quando éramos crianças e os nossos sonhos não passavam de coisas simples.. como o desembrulhar de um presente, de um rebuçado colorido e suculento, de uma folha de papel que pintávamos alegremente e que de seguida mostrávamos orgulhosos como quem diz: isto é meu, pertence-me porque dediquei grande parte de mim aqui por vontade própria e aqui está, posso mostrá-lo.. é meu!
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Hoje.. hoje nada podemos mostrar.
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podemos produzir o que os outros nos pedem, e vamos sufocando a raiva num grito mudo que nos rói por dentro.... e calamos ... mais uma camada de epiderme nasce...mais uma das nossas novas caras.. quem somos realmente vai ficando cada vez mais 'adentro'...
e sim.. olhamo-nos no espelho e já não nos conseguimos observar ... porque só raramente podemos usar a poção mágica que é capaz de revirar esta roupa, pele, carne.. e chegar ao nosso sangue.. o único capaz de correr sem ser comandado pelos outros...
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sabes? .. hoje acho que o amargo pode ser sempre menos amargo.. amargos são os momentos que nos trazem esta lucidez... lucidez viva que queima a pele que não é a nossa mas que insistimos em mostrar todos os dias... lucidez essa, que é a unica capaz de nos fazer voltar a subir uns quantos degraus....
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P.S.: já reparaste que o mundo nunca se cansa de girar sobre si próprio.. acho que esse é o mal de muita gente... amanhã vou-me esquecer dessas personagens e por uns quantos sonhos em dia . .

domingo, 30 de dezembro de 2007

:
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. lá fora ninguém sabe .
. que por dentro há vazio .
. porque em todos há um espaço .
. que por medo não se deu .
. onde a solidão se esquece .
. do que o medo não previu .

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... MAS ONDE TUDO MORRE, TUDO PODE RENASCER ...

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sábado, 29 de dezembro de 2007

* I don't put a smile upon your face no more

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must we all, always be untrue


questions, ive got some questions . i want to know you . but what if i could ask you only one thing . only this one time . what would ya tell me . well maybe you could give me a suggestion . so i can know you . what would ya tell me . maybe you could tell me what to ask you . cos then id know you . what would ya tell me . please tell me that theres time to make this work . for all intents and purposes . and what are your intentions ( J.J.)


Entendo perfeitamente que seja este o propósito das palavras não sairem daí de dentro..porque é complicado para ti, porque eu sou complicada para ti, porque o mundo é tao simples que teimamos em complicá-lo . . . Decidas o que decidires, sei q um dia vou dizer que * .
Talvez as certezas premeditadas nos desviem de trilhos que poderiam reservar-nos AQUELES momentos..mas desde há muito que sou apologista de que nunca conhecendo o que nos fez sorrir, nunca poderemos sofrer a sua perda. .

देस्कुल्पा मास विवो नम मुन्दो एम् कुए पोलोस ओपोस्तोस नo से अत्रेम ! _ _
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

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Tu que dormes a noite na calçada de relento
Numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
És meu irmão amigo
És meu irmão

E tu que dormes só no pesadelo do ciúme
Numa cama de raiva com lençóis feitros de lume
E sofres o Natal da solidão sem um queixume
És meu irmão amigo
És meu irmão

Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher

Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
Tu que inventas bonecas e combóios de luar
E mentes ao teu filho por não os poderes comprar
És meu irmão amigo
És meu irmão

E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
Fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
Pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
És meu irmão amigo
És meu irmão

Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher


Ary dos Santos



(e depois de um belo momento de poesia deixo uma bela imagem carregada de humor.. muito, mas muito pouco batido )
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terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Over the memory


Over the memory – the folds of your skin

Over sweet memory – and I can’t taste no other


Lembro-me de como, em noites de copos, já em horas tardias, as tuas pálpebras ficavam envolvidas como que se de uma película transparente se tratasse, conferindo-lhes um brilho molhado e cintilante sempre que pestanejavas.

Lembro-me de como ao mínimo esforço umas gotas tímidas de suor apareciam no cimo da tua testa.

De como os pelos dos teus antebraços teimavam em querer estender-se até ao dedo ‘mendinho’ mas subitamente paravam no meio do seu caminho com medo de serem descobertos e tomados como um exagero.

Lembro-me de como os teus braços tinham pequenas borbulhas perto dos ombros nas quais insistias em mexer aguçando-lhes o gosto para permanecerem por lá durante mais tempo.

Lembro-me de pequenas covinhas que os teus lábios desenhavam sempre que fazias macacadas.

Lembro-me de como conseguias mover as tuas orelhas e mesmo sabendo que adorava, sempre que o fazias ficavas com um olhar cabisbaixo como que envergonhado.

Lembro-me de como nunca conseguias dominar o teu cabelo que ao sair do banho adoptava uma forma parecida ao de quem acaba de ser electrocutado e que mais tarde o seu carácter indomável insistia em virá-lo sempre para o lado direito.

Lembro-me de como a tua barba nunca ficava bem delineada nas maçãs do rosto devido a uns pelozitos mais finos e dispersos que insistiam em colocar-se em perfeita diagonal e em crescimento mais rápido que os restantes.

Lembro-me de como, ao franzires as sobrancelhas, fazias duas rugas de expressão acima da cana do nariz.

Lembro-me dos sinais perto da axila esquerda e dos dois sinais na hemiface direita, especialmente do mais pequeno, mesmo acima do canto do lábio.

Lembro-me do sulco que tinhas no queixo apenas perceptível quando te olhava de perfil.

Lembro-me do teu ‘pé chato’ e lembro-me das veias óptimas que eles tinham e de como eu me deliciava com vontade de as puncionar..

Enfim.. lembro-me de tudo simplesmente.. sei que não são os pormenores mais românticos.. mas lembro-me…e lembro-me de como adorava passar o tempo a apreciá-los pela sua preciosidade.. E sei que não vou conseguir parar de me lembrar e lembrar e lembrar..por mais que viva, por mais que tente… Lembrar-me-ei de como nunca soubemos lidar com o que tivemos, de que ainda hoje acho que tu és aquele, talvez por nunca ter tido tempo para perceber os teus defeitos ( all of we have them..), lembro-me que não me imagino com mais ninguém e que todos os dias, mesmo que pareça distraída e envolvida na minha estúpida rotina como se nunca me ocorresse pensar em ti, a minha mente ausenta-se sorrateiramente nem que por uns 5 segundos e vai sempre de encontro àquele que dizia adorar o meu casaco branco que parecia retirado de um videoclip dos Beatles…

domingo, 9 de dezembro de 2007

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i forgot how to heal some bruises . . .
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sábado, 8 de dezembro de 2007

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Gostava tanto de mexer na vida,
De ser quem sou - mas de poder
tocar-lhe...
. . . . . . . . . .
. . (Mário de Sá-Carneiro)

domingo, 2 de dezembro de 2007

De Nada


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Há muito que ando à procura de sonhos pintados à mão.
O que se faz ao vazio dentro do vazio? Enche-se de quê?
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ao ouvido...

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